Vale Esclarece

A Vale apoia as ações da Samarco desde o primeiro dia do acidente
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A Vale, como acionista da Samarco juntamente com a BHP Billiton, tem atuado para garantir a integridade das pessoas afetadas pelo acidente ocorrido na barragem de rejeitos de Fundão, em Mariana (MG), no último dia 5. Desde o primeiro dia, a empresa disponibilizou recursos humanos e materiais para auxiliar a Samarco nos trabalhos de resgate e remoção dos locais de riscos dos desabrigados pelo acidente.

09/12/2015

Vale não depositou rejeitos acima da capacidade da Barragem de Campo Grande

A Vale informa que o volume de rejeitos que era depositado na Barragem de Campo Grande, em Minas Gerais, encontra-se em conformidade com o projeto e d...

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Comunicados

Perguntas frequentes

Qual quantidade de rejeitos provenientes de suas minas foi depositada pela Vale em barragens da Samarco?

Em 2014, a Vale enviou para a Samarco a quantidade de 1.005.581 toneladas de rejeitos provenientes da Mina de Alegria, em Minas Gerais. Esta quantidade representa exatamente 4,4722% do volume total depositado na Barragem de Fundão entre janeiro de 2014 e dezembro de 2014. Veja aqui a Nota de Débito Financeira da Samarco.

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Esta atividade de transferência de rejeitos está licenciada?

A atividade de transferência de rejeitos para a Samarco está licenciada desde 1994 pela Licença de Operação Corretiva da Mina de Alegria, processo COPAM No 182/87/03/94. Esta licença foi submetida a revalidações sucessivas, conforme previsto na legislação ambiental vigente em Minas Gerais. A licença é emitida pelo COPAM (Conselho Estadual de Política Ambiental do Estado de Minas Gerais). Nessa licença ambiental, está previsto que a Vale poderia dispor a lama em novas estruturas da Samarco que viessem a ser construídas. A responsabilidade pelo licenciamento para a disposição do rejeito na Barragem de Fundão é da Samarco. Veja aqui a licença emitida.

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A Vale depositou rejeitos de suas minas acima da capacidade da Barragem de Campo Grande?

Não. Conforme documento do Plano de Ação Emergencial de Barragem da Mineração (PAEBM) (acesse aqui o documento), protocolado junto aos órgãos competentes, sua capacidade de projeto é de 23,5 Mm3 e, atualmente, a barragem ocupa um volume de 19,59 Mm3. Ou seja, a Barragem de Campo Grande não está saturada.

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O rejeito das barragens é tóxico?

Não. O rejeito presente nas barragens é inerte, ou seja, não contém componentes tóxicos. Ele é composto, em sua maior parte, por sílica (areia) proveniente do beneficiamento do minério de ferro e não apresenta nenhum elemento químico danoso à saúde. O resultado das análises solicitadas pela Samarco à SGSGeosol Laboratórios, empresa especializada em análises ambientais e geoquímicas de solos, atesta que o rejeito proveniente da barragem de Fundão não oferece perigo às pessoas ou ao meio ambiente. As amostras foram coletadas no dia 8 de novembro próximo a Bento Rodrigues, Monsenhor Horta, Pedras, Barretos e Barra Longa, em Minas Gerais, e analisadas segundo a norma brasileira ABNT NBR 10004:2004. Estes locais foram definidos para a coleta por serem os mais próximos ao acidente e, portanto, as amostras representam melhor o material que estava depositado na barragem. Após as análises, o rejeito nesses locais foi classificado como não perigoso. Isto significa que o material analisado não apresenta periculosidade às pessoas e ao meio ambiente, tendo em vista que não disponibiliza contaminantes para a água, mesmo em condições de exposição a chuvas.

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A recuperação do Rio Doce é possível?

Sim. A lama decorrente do rompimento da barragem se depositou quase que somente na calha do Rio Doce, depois de passar pelo rio Carmo, um de seus formadores. Os outros afluentes como os rios Piranga, Casca, Matipó, Piracicaba, Santo Antônio, Corrente, Caratinga, Suaçuí Pequeno, Suaçuí Grande, Manhuaçu e Guandu ficaram intocados e vão se encarregar de renovar a água e a vida no Rio Doce. Em artigo publicado em 18 de novembro, no site Colabora, o jornalista Agostinho Vieira afirma que, ao contrário do que tem circulado nas redes sociais, o Rio Doce não está morto e pode ser recuperado. O texto cita alguns fatores que vêm provocando o assoreamento no Rio Doce há anos, como a falta de saneamento e o desmatamento na região, principalmente das matas ciliares. A reportagem finaliza dando como exemplo a recuperação do Rio Tâmisa, em Londres, que chegou a ser considerado biologicamente morto e hoje está limpo. Leia mais aqui. Diversas instituições federais e capixabas constituíram, recentemente, um grupo de governança para atuar e informar a sociedade, de forma integrada, sobre temas ligados à Bacia do Rio Doce. O primeiro conteúdo que está no ar traz informações relevantes sobre a viabilidade da água do Rio Doce, por meio do tratamento realizado com uso de floculantes naturais. Para conhecer o material, acesse www.governancapelodoce.com.br .

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A pluma chegará ao litoral da Bahia?

Não. Segundo o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema), a onda de rejeitos minerais tem chance praticamente nula de chegar ao litoral baiano. Em comunicado publicado nessa quarta-feira, 25, na página do Inema, o coordenador de monitoramento do Instituto, Eduardo Topázio, desmentiu os boatos que circulam pelas redes sociais, de que os rejeitos teriam chegado ao litoral baiano. “A distância entre o estuário (ambiente aquático onde acontece a mistura entre o rio e o mar) do Rio Doce e estes outros locais é enorme, demoraria muito a chegar aqui (na Bahia), levando em consideração a dinâmica do mar. A tendência das correntes, nesta época do ano, é ir para o sul, e a Bahia está ao norte da foz do Rio Doce”, explicou por meio de nota. Segundo o especialista, é extremamente remota a possibilidade de os rejeitos chegarem ao litoral sul da Bahia, principalmente nas praias de Itacaré, Alcobaça e Abrolhos. “Devem ser consideradas todas as condições climáticas da região, no deslocamento dos rejeitos. Na ocorrência de chuvas é natural que apareçam manchas marrons no mar, o que pode levar as pessoas a fazerem confusão com os rejeitos de minério” finalizou Topázio.

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